sábado, 18 de agosto de 2012

Paraná foi o segundo colocado em roubo e extravio de explosivos em 2011



As explosões de caixas eletrônicos continuam no Paraná, os números já superam em quase 170% os
números ataques de 2011 que foi de 69 chegando a marca de 117 ataques em 2012 sendo 68 casos com
a utilização de explosivos.
As explosões não param e as medidas de fiscalização não sofrem nenhuma alteração. De acordo com os dados da Divisão de Fiscalização de Produtos Controlados do Exercito de Minas Gerais, a produção de explosivos chegou 21.175 toneladas em todo o país. Desde janeiro de 2011, a força militar foi notificada com 44 casos de extravio, roubo ou desvios de explosivos em todo o país, 15 deles em Minas Gerais, o primeiro do ranking, seguido do Paraná, que registrou 10 casos. (Fonte: Jornal Estado de Minas; ttp://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2012/08/16/interna_gerais,312075/dinamite-e-arma-ao-alcance-de-todos.shtml ) Depois do aumento do número de casos de explosões no Paraná, em março de 2012 foi realizada uma audiência Pública na Assembleia Legislativa para discutir o assunto e na ocasião o exercito
confessou que a fiscalização era por amostragem e nenhum controle mais rigoroso era feito devido a falta de efetivo.
Em primeiro no ranking o exercito do estado de Minas Gerais agiu e fez uma nova portaria contra as
explosões começando com plano de segurança para o transporte de explosivos, a fabricação e a venda
que devem ser assinados por um responsável técnico. Até então, somente a empresa, como pessoa
jurídica, era responsabilizada. As normas anteriores já previam pelo menos um vigilante e preservação
de limites e distâncias de segurança para edificações, ferrovias, rodovias e outros depósitos, mas a
nova regra obriga a instalação de um sistema eletrônico de monitoramento capaz de captar e gravar
imagens de toda movimentação de pessoal na área de manuseio de material explosivo.
Exige, ainda, a definição de procedimentos de revista pessoal na entrada e saída desses galpões; instalação de alarmes e meios de comunicação por rede fixa, celular ou rádio com uma empresa de segurança ou orgão de segurança pública; e apresentação de um croqui com a localização das barreiras, cercas e muros. No plano de transporte, o Exército quer a especificação dos trajetos e rotas utilizadas, a quantidade de paradas, horários previstos, pessoal envolvido no deslocamento da carga explosiva e, em alguns casos, até rastreamento do veículo por satélite e escolta. O plano de segurança tem validade de um ano e deve ser seguido sob pena de pagamento de multa e cassação do certificado de registro.
Legislação alterada A portaria altera a legislação de 2000 e foi publicada pelo Comando do Exército em Brasília em 10 de maio. As empresas e indústrias têm 180 dias para se adequar, prazo que se encerra na primeira quinzena de novembro. A partir de então, o 4° Comando Militar seguirá um cronograma de fiscalização nas empresas mineiras, exigindo o cumprimento da medida. Para as fábricas, a mudança está
na comercialização de explosivos 100% rastreáveis, com chip ou código de barras, permitindo que se
possa identificar a origem do material em caso de furtos, roubos e desvios.
No Paraná a assessoria de imprensa do exercito foi questionada sobre as regras para uso de explosivos no estado, manuseio e transporte, mas até o momento não se manifestou sobre o assunto.
Fonte: Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região

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